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ANÁLISE DE ÁGUA
Para efetuar a análise enviar para o endereço a baixo uma garrafinha de 500ml, identificada com: nome, endereço, cpf e e-mail
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Endereço: IAC – Centro de Solos e Recursos Agroambientais - Laboratório de Análise de Solo e Planta
Av. Barão de Itapura, 1481   CxP: 28     CEP: 13.012-970    Campinas – SP
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Aos cuidados de:
 monica@iac.sp.gov.br       tanianunes@iac.sp.gov.br
(19) 2137-0760                  FAX (19) 3236-9119

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Análise de água ou solução: N-NH4+, N-NO3-, P, K, Ca, Mg, S, Cl(cloreto), HCO3- (bicarbonato), B, Fe, Mn, Cu, Zn, pH, CE (dS/m).


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Veja matéria sobre:

HIDROPÔNICA DE MORANGOS NA REVISTA 

CAMPO & NEGÓCIOS

Paginas 63 e 73 

Revista Especializada com muitas matérias interessantes

 

 

Veja matéria sobre:

1° HORTA HIDROPÔNICA EM TERRAÇO URBANO DO MUNDO

Paginas 34 e 35 

Revista Especializada com muitas matérias interessantes


 

 

Video de como produzir casca de arroz carbonizada

http://www.youtube.com/watch?v=k4bAPk4BF_w


 

9º Curso - 12 alunos

10º curso - 15 alunos

11º Curso - 14 alunos

12º curso - 16 Alunos

 


Flores em Hidroponia


AGRIÃO NA BRITA


FORRAGEM VERDE HIDROPONICA 


OS MORANGOS VÃO MUITO BEM!


BANCADAS DE VERDURAS


ASSISTA ENTREVISTA DO PROFESSOR ADRIANO DELAZERI  SOBRE HIDROPONIA NO PROGRAMA DO CANAL RURAL

 



INAUGURAÇÃO DA 1° HORTA HIDROPÔNICA EM TERRAÇO URBANO DO MUNDO.

 
 
Em abril de 2010, nós da Hidroponic, tomamos conhecimento que a COOPSUL (Cooperativa Mista e Solidária Utopia e Luta), um movimento social que ocupa um edifício no centro de Porto Alegre, na Av. Borges de Medeiros, desenvolvia um projeto da EMATER chamado Quintais Urbanos, este projeto visa incentivar a criação de hortas e pomares em micro escala e urbanos. Visitamos o edifício e constatamos a possibilidade de instalarmos uma horta hidroponica em um espaço que não esta sendo utilizado. Preparamos o projeto e em maio de 2010 apresentamos a idéia. 
O projeto foi bem recebido e incorporado a outros projetos que a COOPSUL pleiteava patrocínios. O projeto foi aceito para patrocínio pela PETROBRAS e deste momento em diante passamos a desenvolver o sistema que tornaria possível produzir hidropônicos no alto de um edifício.
Qual foi nossa surpresa ao constatarmos que não havia projeto similar em todo o mundo. Durante a montagem muita pesquisa e experimentação foi necessária para empreitada. Toda as etapas tiveram de ser repensadas.
A área tem 64 m2 e produz alface, rúcula, tomate cereja, mostarda, temperos e ervas medicinais. Ira ainda produzir ainda, pimentas, pimentões, couve, capuchinha entre outros.
A estufa produz efetivamente alimento para os moradores do prédio, mas tem caráter de divulgação da hidroponia será aberta ao público e com isto desejamos popularizar a hidroponia.
 
Inauguração
 
 
http://youtu.be/RJ1MxdZeV38 – vídeo de inauguração
 
Foi na manha do dia 16 de junho que o Movimento UTOPIA E LUTA abre as portas para a sustentabilidade, trilhando o caminho da soberania alimentar, da autonomia política e da reorganização urbana, com a inauguração da primeira horta hidropônica desenvolvida num terraço de um prédio urbano. O evento contou com a presença e participação dos camaradas dos movimentos sociais, ambientais, culturais, sindical políticos e a parceria da Empresa PETROBRAS. A horta é um dos núcleos produtivos do  projeto PLANTANDO ALTERNATIVAS, GERANDO SUSTENTABILIDADE.
           Em abril de 2010, nós da Hidroponic, tomamos conhecimento que a COOPSUL (Cooperativa Mista e Solidária Utopia e Luta), um movimento social que ocupa um edifício no centro de Porto Alegre, na Av. Borges de Medeiros, desenvolvia um projeto da EMATER chamado Quintais Urbanos, este projeto visa incentivar a criação de hortas e pomares em micro escala, urbanos. Visitamos o edifício e constatamos a possibilidade de instalar uma horta hidroponica em um espaço que não estava sendo utilizado. Preparamos o projeto e em maio de 2010 apresentamos a idéia. 
         O projeto foi bem recebido e reuinido a outros projetos que a COOPSUL pleiteava patrocínios. O projeto foi aceito para patrocínio pela PETROBRAS; e deste momento em diante passamos a desenvolver o sistema que tornaria possível produzir hidropônicos no alto de um edifício.
       Qual foi nossa surpresa ao constatarmos que não havia projeto similar em todo o mundo. Durante a montagem muita pesquisa e experimentação foi necessária para a empreitada. Toda as etapas tiveram de ser repensadas.
       A área tem 64 m2 e produz alface, rúcula, tomate cereja, mostarda, temperos e ervas medicinais. Ira ainda produzir pimentas, pimentões, couve, capuchinha entre outros.
         A estufa produz efetivamente alimento para os moradores do prédio, mas tem caráter de divulgação da hidroponia será aberta ao público e com isto desejamos popularizar a hidroponia.
         Foi na manha do dia 16 de junho que o Movimento UTOPIA E LUTA abre as portas para a sustentabilidade, trilhando o caminho da soberania alimentar, da autonomia política e da reorganização urbana, com a inauguração da primeira horta hidropônica desenvolvida num terraço de um prédio urbano. O evento contou com a presença e participação dos camaradas dos movimentos sociais, ambientais, culturais, sindical políticos e a parceria da Empresa PETROBRAS. A horta é um dos núcleos produtivos do  projeto PLANTANDO ALTERNATIVAS, GERANDO SUSTENTABILIDADE.
 

 

FOTOS DE OUTUBRO 2010

ROSEIRAS NA PERLITA - CHEIA DE BROTOS E BOTÕES

FLOR MEL                                                                                            

                                                                                          COLEUS

UVAS HIDROPONICAS

Physalis - nomes comuns: camapum, joá-de-capote

A physalis é uma fruta bem interessante: considerada exótica, é encontrada no mercado a preços elevados, mas, apesar disso, no Norte e Nordeste do nosso país ela é comum nos quintais e chamada por nomes bem brasileiros: camapum, joá-de-capote, saco-de-bode, bucho-de-rã, bate-testa e mata-fome.

Essa variedade nativa é a Physalis angulata, da família das Solanáceas, a mesma do tomate, da batata, do pimentão e das pimentas. Originária da Amazônica e dos Andes, a physalis possui variedades cultivadas na América, Europa e Ásia.

Na Colômbia, é conhecida como uchuva e no Japão, como hosuki. É uma planta arbustiva, que pode chegar aos dois metros de altura. As frutas são delicadas, pequenas e redondas, com coloração que vai do amarelo ao alaranjado, envolvidas por uma folha fina e seca, em forma de balão. Com sabor doce, levemente ácido, a physalis é consumida ao natural e usada na preparação de doces, geléias, sorvetes, bombons e em molhos de saladas e carnes. É rica em vitaminas A, C, fósforo e ferro, além de alcalóides e flavonóides.

Seu lado medicinal não deixa a desejar: é conhecida por purificar o sangue, fortalecer o sistema imunológico, aliviar dores de garganta e ajudar a diminuir as taxas de colesterol. A população nativa da Amazônia utiliza os frutos, folhas e raízes no combate à diabetes, reumatismo, doenças da pele, bexiga, rins e fígado.

A planta tem sido estudada também por fornecer um poderoso instrumento para controlar o sistema de defesa do organismo, diminuindo a rejeição em transplantes e atacando alergias. Pesquisadores da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) da Bahia identificaram substâncias com esse potencial na Physalis angulata e já solicitaram patente sobre o uso delas. Testadas por enquanto em camundongos, espera-se que as fisalinas (chamadas de B, F e G) tenham um efeito tão bom quanto o das substâncias usadas hoje para controlar o sistema imune, mas com menos efeitos colaterais, quando forem usadas em pacientes humanos.

"Em geral, ela é usada na forma de chá ou infusão", diz Milena Soares, pesquisadora da Fiocruz. A erva cresce na América Latina e na África, e as moléculas que produz, as fisalinas, atraíram a atenção dos cientistas porque pertencem ao grupo dos corticosteróides, usados hoje para controlar o sistema imune. "Essas substâncias já tinham sido descritas, mas nós fomos os primeiros a estudar suas propriedades", conta Soares. O trabalho foi publicado na revista científica "European Journal of Pharmacology" (www.sciencedirect.com/science/). Se for comprovado que as substâncias causam menos efeitos colaterais, a pesquisadora diz que os pacientes com o sistema imune hiperativo seriam poupados de inchaços ou da diminuição da produção de células do sangue na medula óssea, causada pelos medicamentos utilizados hoje.

MAMÃO HIDROPONICO - O QUE MAIS VÃO PLANTAR ?

QUEM SABE BANANA HIDROPONICA ?

E FORA DA ESTUFA...

AGORA OS TOMATES

SOLANUM MURICATUM

Melão-andino ou melão-dos-Andes é o nome comum da espécie Solanum muricatum Ait., cujo fruto comestível é comercializado sob aquela designação. A planta é um arbusto perene originário da região andina da América do Sul, onde é cultivada há milhares de anos. Nas línguas nativas da região de origem o fruto é conhecido por cachum ou xachum (em quechua) e por kachuma (em aimará).

Apesar de existirem diversas variedades cultivadas da planta, o fruto é uma baga ovalada, semelhante a uma pequena papaia, com 10 a 15 cm de comprimento, de cor amarelo clara a dourado, com estrias de cor púrpura quando madura. Tem sabor adocicado e aroma semelhante ao melão (daí o nome, apesar das plantas não serem aparentadas), muito refrescante dado o seu alto teor em água (92%). O fruto é rico em vitamina C, com um teor médio de 290 mg/kg.

O fruto é geralmente consumido em fresco, embora possa ser utilizado em saladas e para a confecção de sumos e de compotas.

O fruto é frequentemente comercializado nos mercados do Peru e Chile, mas é pouco frequente em outras áreas do Mundo por se deteriorar facilmente durante o transporte. Já se cultiva na Colômbia, na Florida, no sul de Espanha, na Suíça e na Nova Zelândia, estando em curso ensaios noutras regiões. É relativamente comum nas ilhas da Macaronésia, especialmente na Madeira e nas Canárias.

A planta propaga-se essencialmente por estacas pois a semente germina mal e nalgumas variedades as plantas são estéreis, produzindo frutos desprovidos de pevide.

A planta é perene, mas a sua sensibilidade ao frio, parasitas e enfermidades obrigam a replantar a colheita em cada ano. Cresce em áreas costeiras livres de geadas e em regiões abrigadas de clima temperado. Pode ser cultivada em estufa, onde atinge os 2 m de altura e produz colheitas que podem ser 2 a 3 vezes maiores que quando cultivada ao ar livre.

A planta é cultivada há milhares de anos na região andina, como o provam as suas características de adaptação à cultura, nomeadamente a dificuldade de produção de sementes e de germinação, e a sua representação em objectos de cerâmica das culturas pré-colombinas Moche, Chimú e Paracas.

Durante o período colonial, Melchor de Navarra, duque de la Palata, então vice-rei no Peru, proibiu o consumo desta fruta, dando-lhe o nome de mataserrano, nome pelo qual ainda é conhecida em certas regiões do Peru. Naquele período, a cultura foi introduzida no México e na América Central, mas o seu uso foi decrescendo.
 

PIMENTÃO

 

MORANGOS

SALSINHA


 

PRIMAVERA - VEJAM AS FLORES HIDROPÔNICAS

Flores em substrato

O substrato utilizado é metade areia grossa e metade perlita. Para que não sabe a perlita é um mineral de origem vulcânica inerte, que expandido através do calor resulta num produto leve e branco em forma de grãos.

Quando a Perlita moída se aquece a mais de 900ºC se expande (de 4 a 20 vezes seu volume original) de maneira similar à pipoca. A água contida na Perlita se evapora durante o processo de aquecimento formando infinidade de pequenas bolhas de ar seladas e conectadas entre si. Estas bolhas são responsáveis pelo baixo peso e excelentes propriedades físicas da Perlita.

O isolamento com Perlita Expandida oferece vantagens adicionais, sendo superior ao EPS ou a Vermiculita. Ela é facilmente aplicada e não requer capacitação técnica ou equipamento adicional.

O uso de Perlita Expandida em misturas de substratos para vasos, floreiras e recipientes, permite uma germinação rápida e um perfeito desenvolvimento da planta, já que possui a capacidade de manter níveis ótimos de temperatura e umidade enquanto provê uma adequada drenagem. Além disso, a capacidade de aderência nas raízes reduz o impacto do transplante.

Dada sua capacidade de isolamento térmico, a Perlita Expandida é ideal para cobrir as sementes, especialmente as zonas expostas ao sol e altas temperaturas diurnas. Também, oferece proteção às germinações resistindo ao musgo superficial e ao crescimento de algas.

A forte atração capilar de água que possui, faz da Perlita Expandida um sobressalente substrato para a hidroponia e a reprodução por galhos, que podem realizar até 100% deste produto. A areia utilizada freqüentemente se aloja nos pequenos espaços aumentando a porosidade, permitindo a oxigenação do substrato e, portanto, reduzindo o encharcamento, sem saturar-se e retendo a umidade por longo período de tempo.

O baixo peso da Perlita é um benefício adicional para vasos e sacadas. No paisagismo, é utilizada para substituir total ou parcialmente a areia em misturas dos substratos. Ao inclui-la, são melhoradas as características físicas das misturas, oferecendo resistência à compactação, suficiente infiltração para drenar as chuvas e maior habilidade para resistir às secas.

Estas flores estão sendo cultivadas com solução a 1,5ms e o resultado é impressionante, florecimento continuo e permanente.


MANEJOS EM HIDROPONIA

                                                                                                            
O correto manejo nas atividades que precedem o cultivo hidropônico, interferem de forma direta no resultado final , para que se obtenha um produto de excelência, tanto sob o aspecto fitosanitário , como na sua aparência e na qualidade nutritiva. Sugerimos os manejos que utilizamos em nossa unidade hidropônica, decorrentes de vários anos de experiências e pesquisas na atividade fim, nas diversas etapas do cultivo, cujos resultados se mostraram satisfatórios. As etapas que compõem as diversas fases do desenvolvimento do cultivar são: Semeadura,, Germinação, Maternidade, Berçário , Produção ou Engorda, Colheita e Comercialização.

SEMEADURA:
 Escolha uma semente de qualidade e observe a sua data de vencimento e não a utilize em caso de estar vencida.

As sementes peletizadas são as mais adequadas ao cultivo hidropônico, apesar de seu preço ser  mais caro e raras de serem encontrados nas casas especializadas do ramo.

Utilize para a semeadura placas de espuma fenólica, caso for fracioná-la escolha placas de 2 cortes e não esqueça de solarizar os dois lados da placa durante aproximadamente 1 hora e no caso de utilizar uma placa inteira utilize placas de apenas 1 corte.

Após a solarização, coloque água em uma bandeja e ponha a placa na superfície da água, sem imergi-la , esperando que a água molhe totalmente a placa, em seguida lave em água corrente a placa até que a água saia limpa.

Perfure as células da placa e escorra o excesso de água.

Agora inicie a semeadura em um ambiente asséptico e com as mãos e as ferramentas limpas.

Prepare uma bandeja limpa e coloque um papel absorvente (papel toalha) umedecido com água desclorada, onde serão colocadas as placas semeadas.

Dependendo do tipo de cultivar, como o alface, por exemplo, poderá germinar em um ambiente iluminado, outros, ficarão em um ambiente escuro.

Repare, diariamente  a umidade das placas, caso necessitem de umidade, reponha com água desclorada.

 Em aproximadamente 3 dias, após o aparecimento dos primeiros folíolos, as plantas poderão ir para a maternidade, irrigada por uma solução inicial de 1mS,( no sistema NFT) onde permanecerão por aproximadamente 10 dias.

 Meça diariamente a conductividade da solução, caso haja alteração, faça a sua correção.


NOTAS IMPORTANTES


1- Em cada novo cultivo, limpe bem as bancada e os perfis do sistema NFT, usando hipoclorito (água sanitária) a 1℅, dissolvendo 10ml de água sanitária em 1 litro de água. Lave o interior dos perfis ou canos de PVC com um pano limpo, para a retirada das algas presentes na tubulação, após passe água corrente, para a retirada dos resíduos. Os tanques também devem ser lavados, da mesma  maneira dos perfis.

2- Medir diariamente a conductividade das soluções nos tanques das  diversas bancadas, e corrigi-las, se necessário, da mesma forma, observe  de maneira criteriosa, o aspecto externo dos cultivos, para  ver se  apresentam algum sintoma de deficiência nutritiva e ou a presença de patógenos, (fungos, larvas de insetos, insetos ou qualquer outro sintoma, que indique deficiência no desenvolvimento  sadio da planta). Em caso positivo, tome imediatamente uma atitude, para corrigir o problema,  sem uso de agrotóxicos.

3 -  Tenha sempre um tanque com água desclorada, caso seu abastecimento de água seja fornecida pela Corsan ou Demae. No caso de utilização de água de poços, mesmo artesianos, é necessário a análise da água por um laboratório especializado, para saber, quais os sais minerais presentes, e quantidade de coliformes fecais. Para  desclorar a água, deixe o reservatório aberto, durante 2 ou 3 dias, para que o cloro se volatilize. Use cloro teste, para saber se a água ainda contém cloro.

4 – Os cuidados com as raízes deve ser preferencial, pois é necessário que as mesma tenham uma oxigenação adequada e um manuseio cuidadoso na transferência da muda de um perfil a outro. Raízes escurecidas, denotam algum problema , que pode ser a presença de algas, podridão e ou falta de oxigenação.

5-Principalmente no verão, deve-se observar a temperatura da solução nutritiva, que não deve ultrapassar os 30 ºC. Neste caso é preciso diminuir a temperatura da estufa e da solução.

6- Cuidar na observação diária, a ocorrência de vazamentos, no sistema  NFT, que pode ser causado por vários motivos, como: deslocamento do coletor, obstrução do canal pelas raízes ou deslocamento da célula da espuma fenólica, obstrução por resíduos ou algas dos injetores da solução , deslocamento dos injetores que lançam o jato da solução para fora dos canais, entupimento do ralo do coletor por resíduos.
       
7- Observar periodicamente o pH da solução, fazendo uso de um Peagâmetro, pois o pH, deve se situar na faixa de 5,5 a 6,5, portanto na faixa ácida, caso for inferior a 5,5 , corrigimos o pH com Hidróxido de potássio e no caso de ser superior a 6,5 , corrigimos com Ácido fosfórico, até atingirmos o pH desejado.  

8-No cultivo de frutíferas, é importante lembrar que há a necessidade de  polinização, portanto a presença de flores no ambiente da estufa se torna indispensável, e os agentes polinizadores , como as abelhas, devem estar presentes na estufa. Sugerimos uma colméia de abelha  Mirim ou Jataí, pois as mesmas não possuem ferrões e são excelentes agentes polinizadores.   

 9-Os macronutrientes, vem em sacos de 25kg e devem ser armazenados em locais sem umidade, pois alguns, como o Sulfato de magnésio e o Nitrato de cálcio, são altamente higrófilos (absorvem a umidade do ambiente), sofrendo um processo de endurecimento e mudança de cor, o que poderá interferir na exatidão da pesagem e no seu tempo de validade.                  
       


 

NUTRIÇÃO MINERAL DAS PLANTAS

                     Um dos princípios básicos para produção vegetal, tanto no solo como sobre sistemas de cultivo sem solo (hidroponia) é o fornecimento de todos os nutrientes de que a planta necessita.
                     O solo que sustenta as raízes das plantas também fornecer oxigênio, água e minerais. Ele é formado por partículas de minerais e materia orgânica, e apresenta poros e microporos que ficam cheios de água e ar. Nesta água estão dissolvidos sais formando a solução do solo, que leva os nutrientes para as plantas.
                      Independente do tipo de cultivo, seja convencional, orgânico ou hidroponico, as planta só absorvem nutrientes de uma forma: em uma solução de sais dissolvidos em água. Mesmo na agricultura orgânica, primeiro os elementos orgânicos, ou seja dejetos de animais, restos de cultura, devem ser dissolvido ou degradados pelo agentes do solo: minhocas, bactérias, fungos do solo até sua forma fundamental, em sais inorgânicos para daí as plantas absorvem, ou seja a diferença entre a agricultura convencional, orgânica e hidroponica é a fonte de nutriente.
                     Na convencional se repõem os sais minerais na forma industrializada, o que fornece rapidamente as planta a sua necessidade de nutrientes. O calculo das necessidades de adubação, na lavoura, são feitos de forma estatística e partir de algumas amostras de solo, o que não permite observar as variações existentes dentro da área cultiva, fazendo com que em alguns pontos a quantidade de adubos seja excessiva.
                    Na agricultura orgânica ao colocar na área cultivada, restos orgânicos, e estes vão sendo dissolvidos ao poucos até voltarem a ser sais minerais, o fornecimento de nutriente e mais equilibrado, resultando em uma planta mais sadia, pois a reposição dos nutrientes acontece de forma constante.
                     Na hidroponia como a planta não tem contato com o solo e recebe dissolvido em água os sais minerais que precisa, na proporção equilibrada, resulta em uma planta mais forte e sadia, com qualidade nutricional e sabor equivalente aos produzidos nas melhores práticas de cultivo orgânico, e tem a vantagem da higiene, e ainda dependendo do manejo, abolir todo o tipo de defensivo, mesmo os utilizados na agricultura orgânica.
                    Se no meio em que a planta crescer houver um desequilíbrio de nutrientes, sua produção será limitada. Por exemplo, se o pimentão tiver à sua disposição uma quantidade de fósforo muito menor do que ele precisa para produzir bem, não adianta ter níveis adequados dos outros nutrientes ou acrescentar mais destes, enquanto não for corrigida a deficiência de fósforo.    O pimentão não produzirá de acordo com o seu potencial, isto vale para qualquer fator essencial ao crescimento das plantas, como a água, por exemplo. Não adianta adubar bem a planta, se não houver água suficiente para o seu crescimento. Daí a necessidade de fornecer todos os elementos de que as plantas necessitam, feita de acordo com as exigências de cada cultura.
                     A planta sadia atrai menos insetos, basta entrarmos em uma floresta ou mata para observar, as planta não são atacadas por insetos ou pragas de forma visível. Em um sistema equilibrado onde recebe nutrição equilibrada, os vegetais são pouco atrativos aos insetos. Sem contar que as modificações provocadas pelo uso de nutrição desequilibrada causa diminuição na qualidade nutricional dos alimentos.
                   Um dos pesquisadores pioneiros neste tipo de estudo foi o francês Francis CHABOUSSOU (1999), que desenvolveu uma teoria, conhecida como a Teoria da Trofobiose. A palavra Trofo quer dizer alimento e Biose quer dizer existência de vida, assim Trofobiose quer dizer que todo e qualquer ser vivo só sobrevive se houver alimento adequado à disposição dele.
                      Essa teoria mostra que a suscetibilidade da planta ao ataque de pragas e doenças é uma questão de nutrição ou de intoxicação. Ou seja, uma planta bem alimentada e saudável, apresenta uma composição equilibrada, formando uma estrutura compacta que dificilmente será atacada por pragas e doenças. Entretanto, a proliferação e a intensidade do ataque de pragas (insetos, ácaros e nematóides) e doenças (fungos, bactérias e vírus) estão diretamente relacionadas com o estado nutricional das plantas. Assim, a planta fica suscetível ao ataque de pragas e doenças quando tiver na sua seiva, exatamente o alimento que eles precisam. Este alimento é constituído principalmente por aminoácidos e açúcares solúveis.
                      Quando inibe-se o processo de proteossíntese, que é a formação de proteínas a partir de aminoácidos, acabam predominando no tecido vegetal os aminoácidos e açúcares solúveis. Neste caso, predomina a proteólise, que é a formação de aminoácidos livres a partir da decomposição das proteínas. Vale lembrar que os agrotóxicos favorecem a proteólise e inibem a proteossíntese. Em outras palavras, tornam as plantas mais suscetíveis às pragas e doenças,  Por outro lado, nutrição equilibrada e o manejo sem defensivos  favorece a formação de proteínas completas (proteossíntese), tornando as plantas mais resistentes e nutricionalmente mais equilibradas.

 

Adriano Delazeri - Consultor Hidroponic


Em hidroponia utiliza-se adubação liquida.

O que quer dizer está afirmação?

     Isto quer dizer que, todos os adubos que a planta necessita, os nutrientes macros e micros, fora o gás carbônico e o oxigênio,  para seu desenvolvimento são fornecidos para o vegetal diluídos na água.

    Os adubos utilizados são substâncias salinas, que dissolvidas na água formam soluções ionicas, que são condutoras de eletricidade. Portanto medindo-se esta capacidade de conduzir a eletricidade podemos estimar a quantidade de sais, adubos,  dissolvidos na água. A medida da quantidade de adubos, sais, dissolvidos é chamada de condutividade e o aparelho que mede esta quantidade é chamado de condutivimetro, que para hidroponia tem de ter uma faixa de medida de 0 a 10 MiliSimens (mS).

    A planta pode ser cultivada desde a fase inicial até a germinação, com a mesma concentração de adubos dissolvidos em água, mas variar a concentração ao longo do desenvolvimento, da semente até a fase adulta, produz um melhor resultado no desenvolvimento da planta. Então utiliza-se uma concentração mais fraca no inicio e mais concentrada no final.
        A casos também em que necessitamos  variar na fase final, a relação entre nutrientes, como é o caso de plantas onde utilizamos os frutos, exemplo tomate, que na fase final necessita mais cálcio e potássio, temos de aumentar a concentração destes nutrientes em relação aos outros, para que a planta chegue ao máximo de produção. Nada impede cultivar qualquer planta, desde a fase inicial até a final, utilizando a mesma fórmula e concentração, mas fazer esta adequação torna mais eficiente o desenvolvimento e a aumenta a produtividade.

    A concentração recomendada pela grande maioria dos pesquisadores, situa-se em 1 mS para plantas logo após a germinação, e uma concentração crescente nas diversas fase até alcançar 1,5 mS para rúcula, 1,4 ou 1,6 mS para o morango, 1,8 a 2 mS para o alface e até 3,5 mS para o tomate. Caso especial o agrião que pode ser cultivado desde a fase inicial ate a colheita em 1 mS.

 


      A HIDROPONIC RECOMENDA.

Tubos para hidroponia

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19:41 - 5º curso...
19:36 - INAUGURAÇÃO DA PRIMEIRA ESTUFA HIDROPONI...
19:35 - Neste fim de Semana vamos estar na Biona...
19:34 - 5º ENCONTRO BRASILEIRO DE HIDROPONIA...
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Assinar Mural Recados: 8
De: Marcos Coelho Rosa   Para: Adriano
Mensagem: Parabés pelo curso! Mesmo distante como estava de voces, sinto que o empenho para chegar até aí, foi compensado. Sucesso!
Data: 06/07/2011 às 20:14:31
De: Carolina - Revista Cultivar HF   Para: Adriano Edson Trevizan Delazeri
Mensagem: Olá Adriano, tudo bem?
Entrei em contato via e-mail com o senhor pelo interesse da publicação de artigos na nossa Revista Cultivar HF. Aguardo seu retorno.
Att,
Carolina
Data: 04/02/2011 às 15:12:43
De: biaferrofino@hotmail.com   Para: Webamaster
Mensagem: Olá Boa tarde!!
Sou Coordenadora de um Colegio em Sao paulo e gostei muito das fotos e das informações publicadas por voces neste site. Gostaria muito de ter em nosso Colegio uma horta Hidroponica para que nossos alunos possam ter eeste contato e despertar neles o interesse sobre este assuntto. Voces poderiam me aquxiliar em como poso fazer e com quem posso entrar em contato para adquirir uam horta hidroponica(instrumentos e material)? Existe alguma empresa que fabrica este tipo de horta??
Desde já agradeço a atenção
Profª Bia
Data: 03/02/2011 às 11:51:46
De: Eliana   Para: Adriano e Aloísio
Mensagem: Olá rapazes! Parabéns pelo curso, tenho certeza de quem fez saiu satisfeito. E quem não fez não pense! FAÇA! Abraços
Data: 29/06/2010 às 15:51:28
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